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Operação contra tráfico de drogas tem servidora pública entre os suspeitos

 


Um total de 18 pessoas foram presas e uma servidora pública do Fórum de Independência foi afastada das funções na manhã desta quinta-feira, 6, na Capital e nas cidades de Independência, Crateús e Hidrolândia. Batizada de operação Arrebol, a ação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa que atuava no tráfico de drogas nesses municípios. A Polícia Civil continua nas ruas esta quinta.  Os alvos presos são ligados ainda a crimes de homicídio, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de arma de fogo, corrupção, corrupção de menores e ameaça. A ofensiva policial contou com o apoio de equipes do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Norte (DPI/Norte). Nove mandados de busca e apreensão e o de afastamento de função pública também foram cumpridos. O nome da servidora não foi divulgado. Foram apreendidos ainda dinheiro em espécie, relógios, dois veículos e três motocicletas nos endereços que constavam nos mandados judiciais

Os mandados, que estão sendo cumpridos pelas delegacias municipais de Independência e Regional de Crateús, com o apoio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Norte (DPI/Norte), foram expedidos pela Vara de Combate ao Crime Organizado. Eles são cumpridos pelas delegacias municipais de Independência e Regional de Crateús com o apoio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Norte.

Ao todo, os policiais civis cumpriram 12 mandados de prisão em Independência, um em Fortaleza, um em Crateús e outros quatros contra alvos que estão recolhidos no sistema penitenciário do Estado. A suspeita contra a servidora efetiva que trabalha no Fórum de Independência, segundo a Polícia, é que ela era responsável por passar informações privilegiadas e sigilosas por intermédio de um advogado.

Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido no endereço do advogado, que é investigado por trabalhar a serviço do grupo criminoso. As investigações apontam que a servidora era encarregada de fornecer informações sigilosas para o advogado, que as repassa ao chefe da organização criminosa. Segundo a SSPDS, há indícios que a troca de informações prestada por ela em prol da organização criminosa era cobrada em dinheiro.

Durante as diligências, as equipes policiais apreenderam ainda R$ 11.700 em espécie, além de relógios, aparelhos celulares e um veículo modelo Peugeot. O material foi recolhido da casa do casal apontado como chefes da organização criminosa, em Independência.

A Polícia Civil segue com os trabalhos na rua para cumprir todos os mandados judiciais oriundos da Vara de Delitos de Organizações Criminosas do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).

O grupo criminoso ainda é relacionado com crimes de associação para o tráfico, lavagem de dinheiro, homicídio, comércio ilegal de arma de fogo, corrupção, corrupção de menores e ameaça. Mais detalhes serão divulgados pela assessoria de comunicação da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social ao longo do dia desta quinta, 6.



nanomag

Radialista Publicitario e Líder dos movimentos sociais.


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